Desses tempos amontoados eu observo. De tanto silêncio, no vulcão que nada prevê a expurgação dos afetos, acabarei por comunicar o que nada sabem dos substanciais pressentimentos. Esteja tão perto para assegurar a única certeza que pulsa movimentos arrebatadores: dormir, morrer nada mais. Compreender a morte como vontade instantânea, uma pipa pulsante para a vontade imediata. Sem ela há flor e silêncio.
Desculpa ser tão impostor, mas algo declama poros e chora peitos. Eu preciso me enquadrar, eu quero ter filhos.
Seremos um trem fincado a espera do final do filme e eu ainda desisto do toque.
A rotina estabelece o preenchimento diário dos afetos e seus furúnculos doces, os mesmos que me tornam dramaticamente medíocre.
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